Os Olimpianos RPG
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Inscrições - Semideuses

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Inscrições - Semideuses

Mensagem  Administração em Ter Jan 18, 2011 11:43 am

Para se inscreverem, é só preencher a ficha abaixo. Assim que se inscreverem poderão começar a jogar.

Nome: (nome completo e sem abreviações)
Idade: (mínimo de doze anos e máximo de vinte e cinco)
Parente Divino:
Arma: (apenas uma e de ataque e defina bem como é a sua arma)
Características físicas:
Personalidade:
História do personagem: (mínimo de quatro linhas)
Turno Demonstrativo: (mínimo de cinco linhas)


Última edição por Narração/Administração em Qua Dez 05, 2012 10:31 am, editado 20 vez(es)
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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Aimée Noëlle François em Ter Ago 30, 2011 4:56 pm

Nome: Aimée Noëlle François
Idade: Dezesseis anos
Parente Divino: Asclépio
Arma: Revólver com balas de bronze celestial e uma espada longa de ouro celestial.
Características físicas: Estatura mediana, cabelos compridos e louros, olhos claros e pele clara.
Personalidade: Silenciosa, desafiadora, persistente. Porém, é educada e gentil.
História do personagem: Nascida da filha caçula de uma família de imigrantes franceses, Aimée sempre fora tratada com certa diferença e preconceito por não ter o pai conhecido ou casado com a mãe. Apenas a mesma a tratava com decência. Tendo essa dupla nacionalidade, fala francês fluentemente, e mesmo morando no país, seu inglês possui um sotaque estrangeiro. Uma das coisas que mais agradava a família da mãe, era que seus ferimentos se curavam de modo extremamente rápido, o que lhes poupava de qualquer preocupação com a menina. Porém, ao longo de seu crescimento, foi surpreendendo a família com sua beleza, delicadeza, educação e várias outras aptidões. Aos doze anos, conheceu o livro que marcou sua vida, sendo este Os Três Mosqueteiros de Alexandre Dumas, que tornou-se seu livro predileto e inspiração de vida. É também formada em balé clássico e fez curso de canto e teatro.
Turno Demonstrativo: “—— Vamos, mon amour —— dizia minha mãe com seu típico sotaque francês. —— Vai se atrasar para a escola nova.
—— Mas não quero ir em escolar nova —— disse.”
Me lembrava daquilo como ontem. O meu primeiro dia de aula em uma terceira escola tendo apenas seis anos de idade. Meus pensamentos ainda se misturavam completamente entre inglês e francês e com tantas mudanças de escola. Eu não era problemática, não tanto, era simplesmente assustadora para os professores e funcionários por me machucar tão fácil e me curar imediatamente.
Abri os olhos. Era um sonho. Um sonho com uma lembrança do qual eu realmente não sentia tanta importância. Estava deitada na cama de meu quarto, sobre as cobertas totalmente arrumadas. A porta de vidro que dava para a sacada do meu quarto estava aberta, deixando entrar uma luz alaranjada do fim de tarde e as cortinas brancas balançavam suavemente com a brisa.
——Aimée —— era a voz de meu avô, Jean Arthur. —— Viennent ici.
Suspirei. Sentei-me na cama, começando a me espreguiçar e alongar. Então, calmamente me levantei e fui em direção à sala, onde estavam meu avô, minha prima mentirosa Adele, e seu irmão, Pierre, o único da família que era pelo menos gentil comigo. Ele tinha quatorze anos, e admito que era bem bonito, com os cabelos castanhos e olhos da mesma cor, com apenas algumas espinhas pelo rosto, mas isso é da idade e não o deixou nada feio. Já Adele era uma pessoa esquisita. Tinha o corpo bem magrelo, devia pesar uns quarenta quilos e media quase um metro e setenta, o que era quase uma anorexia. Seu corpo era desengonçado, pois tinha o tronco em tamanho normal e membros enormes com a cabeça levemente pequena. Seus olhos eram pequenos e negros, assim como a boca que mal parecia ter lábios. Mas o que mais chamava atenção era seu nariz. Parecia um tucano de tão enorme e apontado para baixo e era ainda mais estranho por ser extremamente fino. E para piorar sua situação, não possuía nenhuma, digamos, virtude feminina. Sem seios, sem bumbum, sem cintura ou quadril. Era uma tábua de passar roupas. Sinceramente, não sei o que diabos aconteceu entre a gravidez dela e de Pierre. Suspeito de que meu tio fora traído por um galã de cinema quando Pierre nasceu.
—— Aimée Noëlle François —— quando meu avô dizia meu nome assim, e Adele estava por perto, pode acreditar, ela armou algo para mim ——, quero que me explique porque você beijou o namorado de Adele na frente de todos da escola?
Pierre e eu começamos a rir. Fora impossível. Essa foi a armação mais bizarra que ela já havia feito.
—— Quem é o idiota que pede Adele em namoro? —— disse ele rindo e levou um tapa na cabeça de meu avô, porém continuou rindo.
—— Pierre! — meu avô chamou atenção. —— Respeito com sua irmã! Pour l’amour de Dieu! Aimée, responda-me.
Tentei parar de rir para poder falar normalmente com meu avô. Como Adele era bizarra! Não conseguia viver sem tentar fazer algo contra mim. E nem sei de onde esse ódio surgiu.
—— Grand-père, só preciso saber quem é esse menino que Adele diz ser seu namorado. Porque sinceramente, não conheço ninguém que possa querer... O senhor sabe. Se há alguém, ela não contou nada à ninguém, e não tenho culpa disso. Fora que nem namoro ninguém, não estou apaixonada por ninguém. —— expliquei-me.
—— Que tal, talvez, Simon Stewart? —— falou Adele com ar desafiador. —— Você sabia que eu o namorava!
—— Simon Stewart? —— franzi o cenho. —— Adele, ele já te humilhou na frente da escola inteira semana passada. Como ele pode ser seu namorado? E eu nunca nem cheguei perto dele!
—— Mentirosa! Ladra de namorados! —— soltou Adele. —— Ela está mentindo, grand-père!
—— Não estou mentindo! Adele não estava namorando nem nada! E eu não sou assim, não sou ladra de nada, muito menos namorados!
—— Aimée! —— gritou meu avô. —— Adele tem fotos!
Franzi o cenho. Como assim ela tinha fotos? Fotos do que? Ele esticou a mão apontando para a mesa. Peguei as fotos e olhei-a, nervosa. Nas primeiras fotos podia ver uma edição fajuta de Adele saindo de mãos dadas com um garoto, ou pagou para ele tirar essas fotos. Eu já vi aquele menino em algum lugar. Nas fotos seguintes, podia vê-lo comigo abraçados e dando o famoso beijo técnico. Claro! Já sabia quem ele era!
—— É mentira! —— gritei. —— Eu fiz uma peça de teatro com esse menino e éramos um par romântico! Isso foi no ano passado! Estávamos ensaiando nessas fotos, eu me lembro!
—— Mentirosa! —— gritou Adele. —— Isso foi nessa semana! Nessa quinta-feira! As minhas fotos com ele são do mês passado!
—— Então por que na parte de baixo das fotos está datando suas fotos com ele como feitas ontem e as minhas como outubro de 2014?
Adele engoliu em seco. Mostrei para meu avô e Pierre e ambos analisaram as fotos. Pierre entendeu o que eu queria dizer e parecia esperar que nosso avô entendesse que Adele era uma baita de uma mentirosa.
—— O rapaz que revela as fotos me disse que estavam com problemas técnicos...
—— Quoi?!
——... E disse que podiam sair datas erradas, mas que era só eu dizer as verdadeiras.
—— Menteur putain! —— berrei.
—— Ressemble à des pourparlers! —— gritou ele. —— Aimée, já estava entendendo seu gênio, seu jeito de ser e sua história...
—— O que?!
——... Mas nunca esperei que fizesse algo assim. Nunca estive tão decepcionado com você.
Fiquei boquiaberta, sem ter o que dizer para qualquer um ali. Era mentira de Adele, ela estava armando para mim, e estavam acreditando. Só Pierre também parecia indignado com isso. Minhas mãos tremiam e meus olhos lacrimejavam. Comecei a fungar e soluçar, com as lágrimas rolando em meu rosto.
Sem aguentar mais, saí correndo em direção à porta do apartamento. Não ficaria mais ali. Queria fugir, para longe e nunca mais dar sinal de vida. Queria esquecer tudo. Esquecer de minha vida, de todos os problemas, de Adele, de meu avô e daquele maldito Simon Stewart que concordou em participar disso.
Ouvi a voz de Pierre gritando meu nome e seus passos correndo atrás de mim, porém não lhe dava atenção. Quando pude perceber, já estava fora do edifício correndo em direção à rua. Pierre apareceu na porta do prédio, e parou de correr. Levou as mãos à cabeça e berrou:
—— Aimée! Cuidado!
Quando me virei para o lado, pude ver um carro e a última coisa que ouvi fora uma buzina, o freio repentino do veículo e os gritos de meu primo.

. . .


Estava tonta. Minha cabeça doía muito e tudo estava embaçado. Ouvia um som distante. Um constante pi... pi... pi... que me fazia lembrar de um hospital. Prestei mais atenção e a visão ficou nítida. Sim, era um hospital. Eu estava deitada na maca, com aquelas roupas hospitalares estranhas e com um cobertor. Só então percebi um homem dentro do quarto, mexendo em algumas coisas. Era bem bonito, com digamos, cara de médico. Tinha cabelos cor de areia e olhos claros. Usava um óculos e segurava alguns papéis. Olhou para mim.
—— Ei, enfim acordada. Pelo menos aquele carro não lhe fez um grande estrago.
—— O que? —— perguntei confusa.
—— Você sofreu um acidente, Aimée. Foi atropelada. —— ficou em silêncio. —— Uma bela BMW, aliás.
Franzi o cenho. Ele riu com a brincadeira. Uma risada calorosa e aconchegante. Ficamos em silêncio uns instantes e ele aos poucos foi ficando sério e respirando fundo.
—— O garoto, seu primo, está na lanchonete. Convenci-o à comer e beber algo. Sua mãe teve que ser levada para outra sala, pelo surto que teve ao saber do acidente. —— mais uma vez silêncio. —— Como o tempo passa rápido, não é?
Franzi o cenho. Ele mudara completamente de assunto e dizia uma frase solta totalmente sem sentido no momento.
—— Como assim?
—— Quando te vi pela última vez tinha apenas três anos. Nossa!
—— Você me conhe...
—— Espero que me perdoe pela ausência, Aimée. Era necessário. Não pude evitar. Regras eram regras.
—— O que está dizendo?!
—— Me perdoe, mon amour. Nos veremos de novo, assim espero.
Ele veio até mim, deu-me um beijo na testa e foi se dirigindo à porta. Eu estava sem entender nada do que ele dizia, e só então, depois de instantes, pude entender quem ele era e porque se perdoava.
—— Espere. Espere! —— ele continuou andando. —— Papa! Espere! Espere. Não vá! Papa!
E então ele foi embora. Alguns passos depois de virar no corredor pude ver o final de um estranho brilho, e não ouvi mais seus passos.
Tive um rápido flashback, uma memória tão antiga que eu nem sabia que existia. Podia vê-lo, com a mesma expressão e o mesmo sorriso. Eu tinha apenas três anos e ele me tinha sentada em seu colo no banco de uma praça. E então outro flashback...
“—— Tenho de ir, querida. —— dizia ele com olhar triste.
—— Quando volta? —— perguntei, com ainda três anos e aquela voz fininha de criança.
Ele respirou fundo.
—— Não vou voltar, meu bem.
Meu rosto pequeno com a pele lisa e jovem formou algumas rugas de dúvida na testa. Meu pai me pegou no colo e me olhou nos olhos. As orbes azuis carregadas de tristeza.
—— O papai não vai voltar.
—— Não é verdade.
—— Tenho que ir, meu bem.
—— Não é verdade! —— gritei. —— Papa!
Ele me colocou no chão. Olhou-me com tristeza e foi se dirigindo à outra direção.
—— Espere. Espere! —— ele continuou andando. —— Papa! Espere! Espere. Não vá! Papa!
E então ele foi embora...”


Última edição por Aimée Noëlle François em Ter Ago 30, 2011 8:26 pm, editado 1 vez(es)
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Aimée Noëlle François
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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Convidad em Ter Ago 30, 2011 6:37 pm

Nome: Gustavo Petter
Idade: 13
Parente Divino: Atena
Arma: Adagas Elétricas;

Características físicas: Alto, Branco, Cabelo preto, bonito até,olhos claros
Personalidade: Paciente, alegre q
História do personagem: Nasceu em NY, pelo menos era o que diziam, mas se realmente fora filho desta deusa teria nascido no Olimpo, o que lógico. Vivera com seu pai até certa idade, o mesmo era parecido com Gustavo, não tinha nem como desconfiar que era adotado, loiro, alto e inteligente, nem tanto quanto o pequeno. Apesar de ser inteligente, não entendia de jeito maneira como não aprendia inglês, ele achava-se inteligente, até um certo ponto, conhecimentos, matemática e outras coisas, mas quando era para ler, era péssimo. Aos 12 anos, coisas estranhas começaram a acontecer, mas utilizando a lógica, ele sempre conseguia sair, primeiro professores da escola, transformavam em bichos enormes, mas para a sorte dele, estavam sempre sozinhos e na sala de Química, ele fazia algumas explosões fácies e acabava com tudo isso, mas sempre acordava na cama, nunca acreditava que fora um mera sonho. Em um belo dia de verão, estava de férias, ainda desconfiava, já que coisas sempre aconteciam, seu pai estava preocupado e decidiu contar, em segredo e com um gambá na mala para que o mesmo disfarçasse meu cheiro, fomos até o acampamento e aqui estou

Turno Demonstrativo:

Chegou no Acampamento acompanhado do seu protetor, aquele amigo que sempre ficava pro lado de fora nas aulas de química, infelizmente, mas nem ligara, agora estava tudo bem, olhou para ele e sorriu, ele estava quieto, talvez falhara na sua missão, pois quem sempre acabava com os seres era o eu mesmo, entretanto a ideia do gamba fora dele, nem sabia se realmente daria certo, mas que o animal fedia demais não podia negar. Meu pai não viera conosco, talvez seria uma grande emoção a despedida, além de não ter falado a minha decisão se só viria ao acampamento apenas no verão, não colocaria em risco. Ele queria vir, mas Uión falara que eles poderiam seguir o cheiro, mesmo com o cheiro do gambá tentar disfarçar seria forte, e ainda se o visse poderiamos estar em perigo, todos nós entendemos o que o mesmo quis dizer, apenas abaixamos a cabeça e nos abraçamos dizendo algumas coisas um para o outro. Já estavamos no topo daquela colina, olhei para o pinheiro que parecia vivo, as suas folhas abriram parecendo que me desejasse boa sorte, não sabia o porquê que a mesma havia feito isso, era apenas uma árvore convenceu-se.- Olha Gust, aqui você já está protegido, terei que ir, depois eu te encontro. Quando o mesmo acabou de falar uma coruja branca surgiu no céu inicialmente nenhum de nós ligamos, mas a mesma pousou em meu braço e brilhou, um brilho exuberante tal qual não sabia mas havia me selecionado, olhei para a mesma quando o brilho terminou, casou houvesse olhado antes teria ficado cego, estava muito próximo de mim. - ér, Atena, deusa da sabedoria e guerra justa, sempre desconfiei. Nem liguei, já sabia de quem era realmente filho, mas não quisera contar - Até Gust, como disse nós nos veremos - Até logo. Sussurrei vendo o mesmo correr e desaparecendo ao longe.
Ele sumia com um sorrisinho sarcastico, mas ao longe, ainda dando para vê-lo ele parou voltou alguns metros e me olhou, colocando a mão nos olhos, perguntando por mimica se eu estava vendo-o. Respondi que sim com a cabeça, mas obviamente o mesmo não vira. Acenei para o mesmo dando-lhe tchau, mas quando percebi que ele estava me perguntando algo, fiz joinha com as duas mãos erguidas, olhei-o e sorri, não sabia se sátiros tinha a visão agusada para perceber o meu sorriso, mas isso não era o que ligava, esperei que o mesmo continuasse, ele ergueu as duas mãos e fez o número 6, olhei intrigado para ele, ergui apenas uma única mão e mostrei o dedo do meio para ele, o mesmo riu e mexeu a cabeça negativamente, tentou gritar algo, mas era impossível, não escutaria, continuava andando e ele mostrou o 6 novamente, com suas mãos. Fingi entender, me dava bem para ser um filho de Dionísio bem, ator, olhei para o mesmo e sorri, fingindo entender o que ele queria dizer, 6 , ok. Minha nota era 6 em inglês, sempre colava do mesmo nas provas daquela matéria, sua dislexia atrapalhava naquilo, só conseguia ler em grego antigo, percebera isto quando chegou no portal do acampamento, estava em grego. Uión, o sátiro, sumira de suas vistas e descia sozinho a colina. Quando restava pouco para acabar a descida, ecoou uma voz em sua mente, falava lentamente e numa expressão calma. - Lar doce lar Achei estranho, mas a minha voz saira junto com essa voz imaginária que falara comigo, não liguei e por fim, Acampamento meio-sangue, mas uma jornada difícil.

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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Convidad em Ter Ago 30, 2011 6:52 pm

Nome:Pablo Hommer
Idade: 15
Parente Divino: Bia
Arma: Um pigente de forma de uma espada de prata, como se fosse um pingente antigo, passado de geração a geração, em que se transformava em uma espada um tanto pesada, ao tocar em um pequeno botão no mesmo. A lamina brilhava ao sol, os reflexos eram fortes, e o campista dona dessa mesma arma se sentia mais forte e mais seguro com ela. Trazia uma liderança maior, como se fosse um pequeno orgulho.
Características físicas: Alto, fisico formado, cabelos castanhos claro, pele clara, olhos pretos.
Personalidade: Guerreiro, forte, orgulhoso
História do personagem: Nasceu na França, mas ainda jovem se mudou para Nova Iorque, para casa de seus tios, pelo fato de não se dar muito bem com seu pai, e sua mãe nunca ter aparecido para o mesmo. Antes de ir, o pai que estava bebado, disse toda a verdade para o mesmo. Ainda pequeno, ele nunca esqueceu aquilo. E assim que soube toda a verdade.
Turno Demonstrativo: Pegou estrada adentro quando resolveu sair por ai procurando sua mãe, era tarde da noite, as ruas escurras, so podiam ser ouvidas sons de grilos e curujas. Era um tanto medonho aquilo, mas medo não era o que se passava na cabeça de Pablo aquele hora, o que ele queria nada iria estragar, nem o proprio medo. Caminhava sem se preocupar com nada, nem parava para ver se alguém o seguia. Não sabia para onde andava, so sabia que o lugar que seu pai tinha falado era em alguma colina por ali, ele ariscou em uma colina, mas ouviu uma suave voz dizer que ele estava errado, e a voz o conduziu para o lado certo, ele não estava em sí, mas estava indo para onde tanto desejava. Ao meio da rua o mesmo estava indo, não notou com o barulho do carro, o farol do carro vinha baixo, o motorista também não conseguiu notar, e acabou acertando o mesmo que estava na pista. Quando o carro o escontou, voou alguns metros de distancia, mas o contorceu alguns musculos, mais logo depois voltou a ir de pé novamente, e andar ao caminho desejado, não sentia nada, mais pode perceber que aquilo não foi muito normal. Quando o motorista do carro o viu andar sem nada ter acontecido, ficou paralizado, não sabia se era de curicosidade ou medo, mas não demorou muito para ele se mandar dali com seu carro. E assim Pablo continuou seguindo caminho, até se lembrar de acordar em uma colina, de frente a um acampamento.

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Convidado


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Mensagem  Max Dracttor em Sex Set 02, 2011 3:06 pm

Nome: Max Dracttor
Idade: 15
Parente Divino: Ares
Arma: espada de bronze celestial(que se torna um Pen drive com uma pequena tampa,quando a tampa é tirada se torna uma espada) de 1m com o nome de Άρης(Ares) e do outro lado o nome da espada Δρεπάνι Θανάτου(Ceifeira da Morte) e um escudo com um Javali desenhado(que se torna uma pulseira preta com a cabeça de um javali e quando aperta a cabeça do javali ele se torna um escudo).
Características físicas: alto,loiro,olhos castanhos escuros,forte,1,80 m.
Personalidade: se estressa com facilidade
História do personagem: Nasceu em NY,onde sempre se sentiu deslocado da população.Foi expulso de várias escolas,sempre arrumava brigas com valentões da escola e nunca levou surra deles era um ótimo lutador mais muito agressivo e se destacava por ser mais forte que os demais alunos(o que sempre o fazia ser o centro das atenções nas aulas de educação física).Até que um dia descobriu quem ele era de verdade e conheceu também um Manticore que lançava espinhos pela sua calda,foi quando ele ganhou um Pen drive e ouviu uma voz dizendo:"tire a tampa".Quando tirou a tampa o Pen drive se tornou uma espada de bronze celestial de 1m e nela estava escrito Δρεπάνι του Θανάτου.Nesse momento a dislexia não interferiu e ele conseguiu ler:"Ceifeira da Morte".Deu alguns ataques desajeitados no Manticore e foi arremessado longe e depois foi salvo por um grupo de pessoas quando acordou já estava no acampamento meio-sangue.
Turno Demonstrativo: No 1º dia fora do acampamento meio-sangue já me ocorreu um ataque,fiquei pensando tão cedo e já estão me atacando, não tive tempo de pensar em nada logo já saquei minha espada o monstro era uma Harpia feroz com olhos vermelhos e obcecados por sangue.Ela voava de uma lado para o outro me bicando e arranhado meus braços e eu não consegui acertá-la com minha espada,até que tive uma ideia.Andei para o lado esquerdo perto de uma parede então quando ela tentou me matar eu desviei para a esquerda e a Harpia bateu a cara na parede,quando me aproximei para dar um golpe final ela voou e fugiu para longe.


Última edição por Max Dracttor em Qui Set 29, 2011 8:11 pm, editado 9 vez(es)
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Max Dracttor
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Max Dracttor

Mensagem  Administração em Sex Set 02, 2011 3:20 pm

Devemos avisar que não poderá jogar no RPG enquanto não preencher o turno demonstrativo na inscrição. E o photoplayer (pessoas que colocamos nos avatares) são sempre atores, cantores ou modelos, não nós mesmos. Então, peço que escolha um e preencha o turno demonstrativo. Aí então, poderá jogar no RPG.
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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Jenny Abrams em Sex Set 16, 2011 4:30 pm


Nome: Jenny Abrams

Idade: 16 anos

Parente Divino: Afrodite

Arma: Arco e flexas envenenadas

Características físicas: Magra, tem em torno de 1,75m, longos cabelos loiros ondulados e olhos azul-escuros.

Personalidade: Gentil, carinhosa, educada, amorosa e engraçada.

História do personagem: Nasceu na frança e com 5 anos de idade se mudou para Nova York, mora com o pai um tipico frances apaixonado pela arte. Quando criança gostava de ficar horas ouvindo o pai contar como sua mãe era de uma beleza encantadora e sublime. Sempre se deu melhor com garotos do que garotas, talvez pelo fato de que todos os garotos faziam tudo o que ela pedia, enquanto as garotas apensas sentiam inveja por sua beleza e carisma. Se apaixona rapidamente e na mesma rapidez se desapaixona das pessoas, ferindo assim alguns corações em seu caminho. Considerava segura sua casa, até ser atacada por uma fúria na noite em que fugiu para o acampamento.

Turno Demonstrativo: Olhei mais uma vez para trás com medo de que outra criatura me encontrasse, ainda segurava o arco e flexa enquanto corria. Já estava cansada de tanto correr, por sorte encontrei James no caminho de casa e quase o obriguei a me levar até em casa. Subi as escadas correndo e peguei a primeira bolsa que encontrei no armário. Queria poder levar todas as minhas roupas, mas no fundo eu sabia que não tinha tempo para arrumar todas aquelas roupas. Tirei a blusa rasgada e a troquei por uma regata preta com detalhes pinks. Vesti uma calça jeans e calcei meu tênis preferido. Fechei minha mala e olhei para meu tão querido quarto, iria sentir falta dali, mas agora eu precisava de um lugar seguro, caminhei até o criado mudo e peguei minha foto preferida com meu pai. Escrevi um bilhete rápido e voltei até o carro.

- Agora você pode me explicar o por que de tanta pressa? - James perguntou enquanto ligava o carro. O olhei sorrindo e lhe dei um beijo calmo aproveitando cada sensação, James me olhou surpreso mas sorriu com o meu ato.
- Sabe que odeio dar explicações, nem para o meu pai eu dou. - Ele me olhou mais uma vez sem entender o que estava acontecendo, mas logo ligou o carro me levando até o endereço que havia lhe entregado. Paramos o carro em uma estrada e eu o olhei com pesar. Sabia que assim que saísse daquele carro estaria me despedindo de toda a minha vida fora do acampamento. Abri a porta sem e olhei para os lados tendo a certeza de que nada poderia me atacar naquele momento. - Assim que puder mando noticias...

Andei o mais rápido possível pela floresta antes do acampamento e dei graças aos Deuses assim que vi seu portal. Enfim estaria segura... Pelo menos era o que eu pensava.
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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Henri James Kurtz em Sex Set 16, 2011 9:34 pm


Nome: Henri James Kurtz.

Idade: 17 anos.

Parente Divino: Zeus, o Senhor Dos Céus. [Aguardando aprovação da Administração, a qual já entrei em contato, e está ciente disso.]

Arma: Um anél de Bronze Celestial, utilizado no dedo anelar da mão direita. Ao fechar fortemente a mão direita, uma espada de Bronze Celestial projeta-se na mão do usuário. A espada tem exatamente 90cm de lâmina, e 20cm de punho. Em uma das laterais da lâmina está escrito "αστραπή έξυπνο" que é o equivalente em Grego, para "Relâmpago Sagaz". Se o usuário for desarmado, o anél, em aproximadamente 10 segundos, retorna ao dedo anelar do usuário.

Características Físicas: 1,85m de altura, 75kg, corpo muito definido, esguio, e levemente musculoso. O cabelo possui um tom castanho escuro, um tanto liso. Os olhos possuem uma característica um tanto quanto peculiar. Sua cor muda, de acordo com o céu. Ou seja, se o céu está limpo e azul, os olhos tomam a cor azul. Se as nuvens cobrirem o céu, deixando-o nublado, os olhos recebem os tons de cinza. E por ai em diante. Seu rosto possui feições bem anguladas, tornando-o um rapaz muito atraente. Possui três tatuagens. A primeira é uma inscrição em grego antigo "Ο γιος της θύελλας", que equivale a "Filho da Tempestade", e está situada na face interna do bíceps esquerdo. A segunda é uma frase escrita na horizontal, no lado direito do tórax, em cima das costelas, feita na língua inglesa "a little evil is a great good.". A última é um símbolo, a vigésima letra do alfabeto grego, conhecida como Ômega (Ω), que está localizada na nuca.

Personalidade: Costuma manter-se calmo, sempre falando em tom de voz baixo e sereno. Porém, se algo levá-lo a se irritar, torna-se feroz, e um tanto mortífero. Não é de seu feitio confiar nas pessoas muito facilmente. Seu humor é deveras negro, sendo sarcástico, cínico e irônico. Tem, como mania, a constante vontade de ficar em algum lugar alto, olhando para o céu. Sente que nesse momento, é quando seu pai fala consigo, transmitindo tranquilidade, e um sentimento de aconchego, como se o rapaz nunca estivesse sozinho, tendo sempre seu pai a olhar por si.

História:
Spoiler:
Sua mãe era uma comissária de bordo, muito atraente, e vivia no céu, trabalhando nos aviões. Trabalhava exclusivamente na primeira classe, onde as pessoas mais ricas e importantes ficavam quando voavam. Aparentemente, Zeus se interessou pela moça, visto que era de uma beleza estonteante. Lindos olhos azuis adornavam seu rosto, combinando com radiantes cabelos cor de ouro. Para finalizar, o corpo da mulher era algo escultural. Chamava-se Katherine Kurtz.

Após os cortejos, que se deram em alguns vôos, Zeus conseguiu o que queria, e depois da relação, sumiu, deixando uma carta, a qual explicava quem ele era, e porque não poderia continuar ali.

Katherine continuou trabalhando até atingir os 6 meses de gestação, e então estabeleceu-se na Alemanha, onde teve seu filho, o qual chamou de Henri James Kurtz.

Henri teve uma vida bem agitada, e um tanto distante da mãe. Morava na Alemanha, juntamente com sua avó, que o criava de forma rígida. Somente via a mãe esporadicamente, quando ela fazia algum vôo a Alemanha e tirava um dia, ou dois para ver seu filho.

Quando o rapaz tinha 6 anos, o avião que sua mãe estava, sobrevoando o oceano Atlântico, foi sequestrado por terroristas, que jogaram a aeronave ao mar, matando em torno de 200 pessoas. Naquela mesma noite, uma tempestade se formou, com muitos relâmpagos, o que causou um blackout na cidade de Frankfurt, onde Henri morava. Mas não era uma tempestade qualquer, e sim uma maneira de Zeus extravasar sua ira pela morte da mãe de um dos seus filhos.

Henri mudou-se com a avó, no mês seguinte, para Kansas, e frequentou ótimas escolas, apesar de nunca se adaptar direito a nenhuma delas. O rapaz sabia que era diferente, e por isso não fazia amizades e não interagia com as outras crianças.

Ao completar 12 anos, Zeus o reconheceu como filho, mas de uma maneira não muito ortodoxa. Em uma das vezes que o rapaz subiu ao terraço do seu prédio, no centro de sua cidade, para olhar o céu, um evento fora dos padrões aconteceu. Uma estrela começou a brilhar mais forte, e se aproximar, até que Henri viu que não se tratava de uma estrela, e sim de algum objeto, realmente pequeno, vinda em alta velocidade a sua direção. O objeto chocou-se com o piso ao seu lado, abrindo um pequeno buraco de 4cm de profundidade, e no meio da minúscula cratera, estava um anél dourado. Um pouco relutante, o jovem pegou o anél, e nesse momento uma corrente elétrica tomou seu corpo, escurecendo sua vista, e fazendo-o desmaiar.

Ao acordar, suas roupas estavam chamuscadas, o anél estava em sua mão, e havia uma mancha em seu braço esquerdo, que o rapaz percebeu não se tratar de apenas um borrão, e sim de uma frase, em grego antigo, a qual ele conseguiu traduzir. Essa foi a primeira tatuagem de Henri, feita de forma não convencional.

Visto estes acontecimentos, o rapaz fugiu, em busca de alguma resposta, agora que tinha certeza que não era um jovem comum. E essa resposta veio um ano depois, no aniversário de 13 anos de Henri, quando um pequeno raio pairou sobre sua cabeça, deixando-o espantado, e uma voz grave soou em sua mente. A voz se apresentou como Zeus, e contou toda a história antes do nascimento do rapaz, dizendo ser pai de Henri. Isso o deixou um tanto confuso, mas o Senhor dos Céus o instruiu a esconder-se em Nova York, e o disse para usar os transportes aéreos, uma vez que Zeus poderia olhar por ele com mais cautela no céu.

Um pouco relutante, Henri juntou suas coisas, caçou até o último centavo de suas economias, e tomou um avião para Nova York, onde seu Pai o guiou até o apartamento de uma senhora, a qual, de acordo com Zeus, era de plena confiança, e o ajudaria a se cuidar, até que tivesse idade suficiente para ficar sozinho.

A senhora era muito gentil, o tratava com muita educação, que era retribuída pelo rapaz. Era uma vida perfeita, se não fosse pela decoração arcaica, e pelo forte cheiro de naftalina que tomava conta da casa. Mas eram coisas que Henri podia suportar, uma vez que estava vivendo ali de graça.

Com 15 anos fez a tatuagem na costela, após ler a frase em um diário muito velho, que encontrou no sótão do apartamento. Sua última tatuagem foi feita um dia antes do seu aniversário de 17 anos. Data essa que mudaria ainda mais sua vida...

Turno Demonstrativo:
Spoiler:
"PI PI PI PI PI"... o barulho alto invadia a minha mente, me deixando em um estado no qual não chegava a estar acordado, mas não estava dormindo também. Houve uma pausa, e então, tentei voltar a dormir, o que não foi uma tarefa bem sucedida, visto que o despertador voltou a emitir seu som irritante. Peguei o travesseiro e o arremessei contra a escrivaninha, onde o despertador deveria estar, se eu não o troquei de lugar em algum momento. O resultado... bem, o despertador parou, mas eu acho que acabei destruindo-o.

Sentei-me na cama e olhei em volta. O quarto estava até que arrumado, se não fosse pela minha camiseta jogada no tapete que ficava em frente a cama, e pelos pedaços do despertador, espalhados a alguns metros da escrivaninha. Coloquei os braços pra cima, juntando as mãos bem ao alto e me espreguicei. Levantei-me, tocando com os pés descalços, no carpete marrom do meu quarto, e então me dirigi ao banheiro. Me despi e tomei uma ducha rápida, pegando duas toalhas, enrrolando uma na cintura e começando a me enxugar com a outra, enquanto voltava para o quarto. Parei em frente ao meu armário, aberto, passando a toalha na cabeça e pensando em que roupa colocar.

- O que será que devo vestir exatamente no dia do meu aniversário de 17 anos? - Perguntei a mim mesmo, já pensando na resposta. Finalmente peguei uma calça jeans azul escura e uma camiseta preta. Vesti a calça, jogando a toalha que estava enrrolada em minha cintura, para cima da cama, e caminhei de volta ao banheiro, terminando de secar o tronco. Coloquei a segunda toalha em um gancho que ficava ao lado de espelho, e parei diante do mesmo para dar uma olhada no meu rosto. "Não sei porque faço isso todo dia... sempre terei a mesma cara hahahaha" Pensei, em um momento meio besta, e então dei uma risada. Levei a mão até a nuca, e toquei na minha mais recente tatuagem. O Ômega ainda estava um pouco mais alto que a pele, e isso era normal, sendo que só nivelaria daqui uns 4 ou 5 dias. Passei as mãos pelo cabelo, penteando, ou bagunçando, porque sinceramente não sei o que eu acabei fazendo.

De volta ao quarto, peguei um tênis preto que estava no largado ao lado da cama, um par de meias que encontrei na gaveta do meu armário, que ainda estava aberto, e calcei o tênis. Dei uma olhada para minha mão direita, onde estava o anél de bronze, e então peguei a camiseta e sai do quarto. Cheguei na cozinha, ainda com a camiseta na mão, e então a coloquei. O cheiro estava ótimo! Acho que a senhora Telhousen fez panquecas. Fui até ela, que estava de costas, ao fogão, dei um beijo em seu rosto e disse bom dia, voltando para mesa. Sentei-me em uma cadeira, e a mulher colocou um prato de panquecas na minha frente. Agradeci e devorei meu desjejum.

- Volte cedo. - Disse a senhora. - Farei um bolo para comemorar seu aniversário. - Ela fez uma pausa, e com um sorriso inocente em seu rosto, completou. - Não achou que eu tivesse esquecido do seu aniversário, não é meu querido? - Aquilo me animou ainda mais, afinal, os bolos da senhora Telhousen eram os melhores que eu já comera na minha vida. Por fim, coloquei meu prato na pia, me despedi da senhora, dizendo que voltava mais tarde, e sai pra mais um dia, passeando na cidade. O que eu não sabia, era que hoje não seria um dia como outro qualquer, e eu não voltaria para casa.

Ao sair do prédio, estava no centro de Manhattan. Devia ser por volta das nova da manhã, e o céu estava azul, com poucas nuvens. O sol brilhava, tímido, ainda escondido por alguns prédios. Coloquei as mãos no bolso da calça e sai caminhando, em direção ao Empire State, maior edifício do mundo, e o grande arranha-céu de Manhattan. Eu sabia que havia alguma coisa de diferente naquele prédio, e por isso gostava de andar pelas redondezas do mesmo. Uma vez a senhora Telhousen me dissera que aquele edifício era muito especial, mas não me contaria mais nada, porque eu ia descobrir isso com o tempo. Bem, eu achava que estava na hora de descobrir o porque, então, essa era minha tarefa de hoje.

A caminhada até o edifício foi bem tranquila, e em mais ou menos 10 minutos, já estava na entrada do mesmo. Entrei e dei uma boa olhada no saguão, mas não tinha nada de mais. Uma recepcionista falava ao telefone, mas não estava falando em inglês, e sim em algo que me parecia ser francês. De qualquer forma, achei melhor não ficar a bisbilhotar por nada ali dentro, já que os seguranças começaram a me analisar com um olhar mais crítico. Dei meia volta e sai, voltando para o calor de Nova York. Tomei a esquerda, e depois a esquerda novamente, visando contornar o prédio, procurando por alguma coisa fora do comum. Após longos 50 minutos, nada... Isso mesmo, nada fora do comum. Analisei com cautela alguns cantos, e não descobri nada. Era somente um prédio normal. Muito grande, porém normal. "Prédio idiota..." foi o único pensamento que me veio a mente, e então fui andar pelo quarteirão.

Já passara das dez da manhã, e todas as lojas estavam abertas. Muitas pessoas andavam pelas ruas, falando em seus smarthphones, iPhones, celulares, e coisas do tipo. Parecia que todos estavam sempre com pressa. Eram raras as pessoas que estavam paradas, conversando normalmente, sem estar vendendo ou comprando nada.

- Que bela interação as pessoas tem... - Falei, em um tom baixo. Mas nem sei porque me preocupei com isso, afinal, do jeito que todo mundo estava, ninguém ia prestar atenção no que um garoto de 17 anos falava, sozinho, em meio a tanta gente. Andei até uma rua lateral, que estava menos movimentada, e então entrei na mesma. Após alguns metros, todo o movimento que ficara na avenida principal parecia ter sido apagado, e no lugar dele, havia somente essa rua, silenciosa, calma, quase deserta. Uns dois senhores estavam sentados a frente de uma casa, em suas cadeiras de madeira, e olhavam, com o olhar vazio, para o nada. Passei por eles, e continuei andando, sentindo uma sensação estranha que subia pelo meu estômago. A uns 5 metros a frente, dei uma olhada para trás, e os dois ainda estavam sentados no mesmo lugar. Balancei a cabeça e um pequeno sorriso brotou em meu rosto "O que está pensando Henri? Você deve estar louco!" Pensei, tirando sarro de mim mesmo. E então dei mais uma olhada para trás, ainda rindo. Porém, o sorriso desapareceu de meu rosto, e uma expressão de dúvida surgiu. Os dois homens não estavam mais em suas cadeiras, para ser sincero, eles tinham desaparecido. Abaixei a cabeça e voltei a andar pra frente, com milhões de pensamentos, um tanto malucos, percorrendo minha mente. Foi então que quase esbarrei em alguma coisa, mas consegui parar antes. Levantei a cabeça e os dois senhores estavam parados, em pé, logo a minha frente. Instintivamente dei dois passos para trás.

- WTF?! - Disse, com um olhar assombrado no rosto. Como os dois conseguiram chegar tão rápido até ali, sem que eu os ouvisse, ou os visse?

- Henri James Kurtz... Henri James Kurtz... Henri James Kurtz... - Os dois ficaram repetindo, com suas vozes roucas. Repentinamente, um deles arrancou o paletó e o jogou para trás, revelando mais dois braços, os quais seguravam espadas. Fiquei paralisado. Não conseguia acreditar no que estava vendo, provavelmente minha mente estava pregando alguma peça em mim. Pois é, eu estava enganado. Aquilo não era coisa da minha cabeça, era tudo real. E isso ficou bem claro quando o outro idoso sacou uma pequena faca e a arremessou contra mim. Ainda paralisado, não me movi, e a faca raspou em meu antebraço direito, fazendo um pequeno corte, onde um filete de sangue começou a descer. Nesse instante minhas forças voltaram, e eu me virei e voltei correndo para a avenida, gritando por socorro. Porém, ninguém dava-se ao luxo de parar e ver o que estava acontecendo comigo. Suas vidas, seus trabalhos e seus problemas eram mais importantes do que qualquer outra coisa. Aborrecido, me virei e voltei a olhar para a ruela, o que fez minha mente ficar ainda mais absorta. As duas cadeiras haviam sumido e não havia ninguém na rua.

Fiquei perturbado e resolvi voltar ao meu apartamento, andando depressa e de cabeça baixa. Fiz o trajeto em metade do tempo, subi de escadas até o quinto andar e me deparei com outra coisa que me deixou mais chocado ainda. A porta do apartamento havia sido arrancada de suas dobradiças, e estava jogada no meio do sala. Mesas, cadeiras, televisão, armários, tudo quebrado. Ou havia acontecido um pequeno tornado ali dentro, ou umas 20 pessoas entraram no apartamento e destruíram tudo. Adentrei com cautela, olhando em volta, e tomando cuidado onde pisava, para não acabar me cortando em algum pedaço de vidro. Em meio aos escombros eu vi a senhora Telhousen, jogada, com um armário em cima de suas pernas. Me aproximei rapidamente, e ela ainda estava consciente.

- A senhora está bem? O que aconteceu?! - Indaguei rapidamente. Ela soltou um gemido de dor ao respirar um pouco mais profundamente, e então disse, com a voz fraca.

- Bateram a minha porta... dois senhores... disseram ser os novos vizinhos... os deixei entrar e então servi uma xícara de café. Mas eles se transformaram em duas bestas de mais ou menos 4 metros. Eu... eu não... - E então a senhora Telhousen desabou a chorar. Ela estava coberta de sangue, e os ferimentos eram muito graves. Ergui, com muito esforço, o armário, que era mais pesado do que aparentava, e então tentei ajudar a senhora Telhousen a levantar-se, o que não deu muito certo, já que ela começou a gritar de dor. Deixei-a no mesmo lugar, e então ela foi parando de gritar. - Vá, meu filho. - Disse-me, a idosa. - Eu já tenho certa idade, já cumpri meu dever com seu pai, criei você. - Ela tateou dentro do bolso do casaco, com um pouco de dificuldade, e tirou um papel bem velho, parecia pergaminho. - Vá para esse endereço. Seu pai mandou entregar-lhe quando chegasse a hora, ou caso algo acontecesse. Bem, chegou a hora, e algo aconte... "cof cof" - No meio do pequeno discurso, a senhora começou a tossir, e um pouco de sangue saiu de sua boca.

- Já entendi, não precisa mais falar nada. - Disse, acalmando-a e dando-lhe um pano para limpar a boca. - Mas não vou deixar a senhora sozinha aqui! - Eu disse essa última frase com tanta veemência, que a idosa até se assustou.

- Meu querido, seu pai já mandou virem me buscar. Vou para um lugar melhor. - E com isso, fechou os olhos, e a respiração, que já estava fraca, cessou. Uma lágrima escorreu do meu olho. Passei a mão para enxugá-la, peguei o papel e o abri. Realmente era um endereço. Fui até meu quarto, ou pelo menos o que restara dele, e consegui salvar mais uma calça, umas três cuecas, visto que as outras estava todas com furos, chamuscadas, ou simplesmente com os pedaços espalhados pelo quarto, e duas camiseta. Joguei tudo dentro de uma mochila que estava um pouco empoeirada, e sai correndo. Já na rua, peguei o primeiro taxi que vi, e dei o papel ao motorista, e pedi que fosse o mais rápido possível.

Demorou por volta de 1 hora para conseguirmos sair de Manhattan, já que o trânsito estava caótico. Depois disso, nem vi o tempo passar, na verdade, acho que acabei adormecendo. Só sei que pisquei, e o taxi ia em alta velocidade em uma estrada um tanto deserta. Já anoitecera, e as lanternas dianteiras do carro iluminavam a estrada, alguns metros a frente. Muito mato de ambos os lados, o que deixava a paisagem até meio sinistra. O taxista parou o carro em meio ao nada, e então disse, com um tom um pouco desconfiado. - Olha, o GPS está dizendo que é aqui... - Dei uma olhada em volta, e não vi absolutamente nada de diferente, somente muito mato. Estava prestes a pedir que ele voltasse, quando senti algo. Era novamente aquela sensação estranha subindo pelo estômago. Pensei que fosse vomitar. - Você está bem? - Perguntou o taxista, e eu presumi que estivesse com uma aparência horrível, um tanto pálido.

- Sim, estou bem. É aqui mesmo. - Abri a mochila e tirei uma nota de cem dólares. Tirando aquilo, acho que ainda restaram uns cento e cinquenta dólares na minha carteira. Entreguei a nota ao homem, presumindo que aquilo cobrisse a despesa pela viagem, e ainda um pouco mais, e saltei para fora do veículo. O taxista, meio relutante, colocou o veículo em movimento e desapareceu na noite. Aquela sensação estranha no estômago estava cada vez mais forte, e então, meio que inconscientemente, fui guiado para dentro do matagal. Andei, tateando cegamente, para não bater com a cara em nenhuma árvore, até que vi uma pequena trilha. Algumas pegadas indicavam o trajeto, mas não eram pés normais, eram cascos. - Aposto que vou parar no meio de um pasto cheio de vacas e cavalos... - Resmunguei, em um tom baixo, ainda andando, olhando para o chão, para não tropeçar e seguindo a trilha. Alguns minutos de caminhada e então a trilha ficou mais ampla, e uma pequena luz se mostrou presente. Então, ergui meu olhar até a linha do horizonte e vi duas colunas de pedra, com uma na horizontal, em cima delas. - Um portal? - Obviamente que era isso. Então, sem titubear, encaminhei-me para o portal e o atravessei, sentindo a sensação estranho no meu estômago parar, ao invés dela, fui tomando por um sentimento de surpresa. Enxerguei alguns pavilhões, um lago no centro, o mar ao fundo, uma grande casa, e algumas pequenas construções, que pareciam chalés ou pousadas. Minha visão era bem privilegiada do topo da colina em que eu estava. E então que eu notei que, diante de mim, estava um acampamento. Peguei novamente o papel que estava em meu bolso, e vi algo escrito em seu verso, algo que me escapara antes. - Acampamento Meio-Sangue... - Li, em um tom baixo, e então recuei, lendo a inscrição na coluna horizontal do portal, que também havia me escapado. - Acampamento Meio-Sangue... Acampamento Meio-Sangue! - A última vez que repeti, soou como uma exclamação, e foi meio alta. Eu havia chego ao meu destino.
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Henri James Kurtz

Mensagem  Administração em Sab Set 17, 2011 3:32 pm

Sua inscrição está perfeita. Fiquei até impressionada. Admito que desse jeito, se eu recusasse, eu me bateria por isso. Bem-vindo.

UMA VAGA ABERTA PARA FILHO DE HADES!! QUEM QUISER, SEJA RÁPIDO E BOM EM ESCREVER!!
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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Mandie Rambin. em Sab Set 17, 2011 4:50 pm


Nome:
Amanda "Mandie" Rambin.

Idade:
Dezesseis anos.

Parente divino:
Hades.

Arma:
Uma alabarda de ferro estígio disfarçada sobre um colar referente ao estilo punk. A haste é rematada por uma peça pontiaguda, de ferro, que por sua vez é atravessada por uma lâmina em forma de meia-lua, similar à de um machado.

Características físicas:
Possui uma estatura pequena, cabelos castanhos com mechas que constantemente muda de cor, sempre variando entre o rosa, roxo e azul. Corpo magro, pele branca e olhos azuis-escuro sempre carregados por um lápis preto. Em várias partes do seu corpo será facilmente encontrado um arranhão, cicatriz e qualquer outro machucado. Ao contrário da maioria das pessoas, que esporadicamente quando avançam da idade de no mínimo dez anos, pararam de se machucar, ela nunca parou. Talvez isso deva ser pelo fato de sua agitação que nunca para ou pelas diversas desventuras que andou passando pela vida.

Personalidade:
Não é o tipo de garota que queira agradar alguém, sempre deixando visível seu jeito irreverente, destemido, irritante e desbocado. Portanto, nunca foi rodeada de amigos, fazendo-a ser a do tipo solitária, que prefere ficar sozinha com um livro qualquer do que ir todo final de semana para uma festa. Algumas vezes, pode ser um tanto carrancuda com os outros, apesar de geralmente sempre estar de bom humor. Possui uma força física grande, mesmo seu corpo aparentar fragilidade e fraqueza. Seu vestuário rebelde talvez possa dizer bastante de seu gênio, que é bastante forte como suas roupas, fazendo ocultar sua sensibilidade e fraqueza por certas coisas.

História:
Desde seus seis anos era óbvio seu jeito diferente das outras crianças, sempre tendo uma queda por certas coisas que muitos considerariam bizarro e assustador, além de sua dislexia e déficit de atenção. Morou desde de sempre na casa de seus tios, já que depois do parto crítico de sua mãe ela acabou falecendo logo em seguida, deixando a criança para eles. Cresceu sabendo de sua verdadeira origem, quem é verdadeiro seu pai e o quanto é perigoso ficar aqui. Apesar de saber dos tais riscos, nunca ligou, sempre foi determinada a ter uma "vida normal". O que foi impossível, pois como todo semi-deus, principalmente um filho de um pai tão poderoso, vários monstros começaram a persegui-lá.
Um certo dia, Mandie acabava de entrar em sua casa, encontrando a pior cena possível. Todos estavam mortos, ninguém havia sobrevivido, foi simplesmente um massacre. Seu tio, sua tia e seu primo mortos. No banheiro da casa, no espelho havia escrito em sangue:
Προσοχή! Η επόμενη είναι η κόρη του Άδη! Apesar de sua dislexia e déficit de atenção, conseguiu ler, interpretando a frase como: Cuidado! A próxima é a filha de Hades!

Turno demonstrativo:
Mandie corria entre tropeços, com diversos rasgos sobre a calça e a camisa, além de ter obtido algumas folhas secas sobre o cabelo em sua fuga contra o monstro que a perseguia. Ela não tinha visto o que a besta era. Mas sabia que não teria muito tempo para isso, pelo menos, não antes que o monstro arranque seus olhos. A garota parou de correr, encostando em uma árvore qualquer no qual havia achado, ainda com a respiração ofegante se virou para ver se ainda estava sendo perseguida. Não havia nada nos céus. Nem na terra. Provavelmente, era algo que voava e talvez tenha uma coloração avermelhada. Foi pouca coisa vista antes de dar o pé ao estilo correr ou morrer.
― Ótimo. - disse a menina por final, soltando um longo suspiro de alívio, até ouvir um som similar a de asas batendo para outro voo. Ela levantou a cabeça encontrando nada a menos que uma harpia sobrevoando acima. - Merda!
Depois disso, ela arrancou seu colar de seu pescoço com uma certa veemência, o objeto se revelando uma alabarda. A harpia avançava cada vez mais na menina, tentando com suas poderosas garras levá-la para cima e causar sua morte. Com a alabarda ela tentava de algum modo se livrar das garras, em seguida, em um momento de descuido quando a harpia foi mais para baixo, conseguiu fazer um corte no que seria sua barriga. Ouve-se um grito estridente saindo da boca da harpia, e sua face em horror, transformou-se em fúria total. Uma de suas garras conseguiu pegar seu braço, e por muita sorte, não arrancou-o fora pelo fato de Mandie ter conseguido com a alabarda em sua outra mão, cortar a garra da harpia.
A harpia, já bem mais inofensiva e em seu momento de fraqueza, a garota se aproveitou disso conseguindo transferir uma série de golpes contra o monstro. E depois disso, quase sem luta nenhuma, cortou-lhe a cabeça.


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RE: INSCRIÇÕES - SEMIDEUSES

Mensagem  Jeff Martin em Dom Set 18, 2011 9:59 am

Nome: Jeff Martin
Idade:14
Parente Divino:Ares
Arma:Dois sabres de bronze celestial,que eu posso esconder diminuindo seu tamanho e guardando no bolso basta apertar um pequeno botão abaixo de seus punhos,cada um tem 90cm.Nas Lâminas tem escrito:"καταστροφή" ou seja "Destruição" e no outro sabre "Λεπίδα του Χάους" ou seja "Lâmina do Caos".
Características físicas:1,82m,pele clara,olhos castanhos,cabelo preto,forte,uma tatuagem no braço esquerdo escrito:Άρης(Ares) e ombros largos.
Personalidade:Amigável,feliz,estressado as vezes,brigão e gentil com quem merece.
História do personagem:Nasceu em Boston onde já mudou uma 15 vezes de escola.Tem dois irmãos mortais e sempre pensou que seu padrasto na verdade fosse seu pai.Gosta de sua família.Nunca conseguiu amigos na escola,era sempre sozinho no seu canto,mas toda escola tem um valentão e eles gostavam de zombar de Jeff e os valentões sempre apanhavam.No dia que ele descobriu que era um meio-sangue ficou apavorado.Jeff viu uma Fúria e correu a máximo que pode até que foi encontrado por um sátiro que o levou para o acampamento meio-sangue...
Turno Demonstrativo:Eu estava andando na rua e de repente vi um escorpião gigante.Tinha o tamanho de um Rinoceronte,ele tentou me atacar com o ferrão,consegui desviar e saquei meus sabres.Não era fácil lutar contra aquela coisa,ele tinha uma coisas tipo pinças se eu tentasse atacar seu ferrão o monstro me pegaria com as pinças e se atacasse as pinças ele me mataria com o ferrão.Então tive uma ideia e falei:
-Ei monstro idiota!venha me pegar!-e comecei a subir em uma escada para ficar no teto de uma loja.
Eu subi no telhado e pulei nas costas do escorpião e furei suas costas...mas não funcionou,ele me arremessou longe.Caí perto de um lago no parque e tive mais uma ideia.Chamei o escorpião e quando ele me atacou desviei para esquerda e o monstro caiu dentro da água.Só tive tempo de fugir e sem olhar para traz...

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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Administração em Dom Set 18, 2011 2:44 pm

Uma vaga para Poseidon foi aberta!
Mandie Rambin completou a vaga para Hades!
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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Convidad em Dom Set 18, 2011 3:41 pm

Clarisse King McValley
17 anos
Poseidon
Arma:
Adaga de prata, com cabo cravejado de ametistas moldando um lírio. O corte da adaga queimava adaga ofuscante.
Características físicas:
Morena com cabelos longos e lisos, que dão uma ondulada nas pontas. Traços finos, entretando sérios. Alta com corpo exuberante e nada
exagerado
.
Personalidade:

Um pouco cabeça-dura, orgulhosa, extrovertida e um tanto maluca. Idealista e focada nos interesses.
História do personagem:

Provém da cidade de Dartmoor, no sul da Inglaterra, mas mudou-se para a Irlanda com seus três irmãos para viver com seus avós, após a morte de sua mãe e seu pai. Lá recebeu todo o carinho que poderia receber e também recebeu a notícia de que seu pai, Mason McValley, não era de fato seu pai e que a mesma era filha de Lucy com Poseidon. Isso a arrasou completamente, mas não deixou, nem por um segundo, de chamar Mason de pai, mesmo porque nunca havia conhecido o tal Apolo. Após alguns problemas envolvendo monstros, Clarisse foi afastada de casa e levada até o acampamento onde se encontra atualmente.
Turno Demonstrativo:


Ela estava pronta para fazer seu ataque. Escondida em um lugar em que ela achava que ninguém a veria, preparava-se para dar seu salto e ganhar o jogo. Eles eram os últimos participantes e ela sabia que para ganhar seu prêmio precisava pegar o que ele guardava tão bem em seu bolso traseiro. Analisando toda a situação e movimentando-se o mais silenciosamente possível, Clarisse estava pronta para atacar. Contou até três e se jogou sobre o corpo forte de seu melhor amigo, pegando-o de surpresa. Ela imediatamente colocou a mão no bolso traseiro dele e pegou o último anel; o anel verde-azulado. Ambos caíram no chão, rindo. - Há! Ganhei! - Exclamou toda animada para seu adversário que estava caído, balançando a mão que continha o último anel alegremente. - Tá. Ok. Você venceu. - Retrucou o garoto, com um sorriso desanimado estampado na bela face. Ela saiu de cima dele e ajudou-o a se levantar e, rapidamente, voltaram para perto dos outros, aqueles que já haviam perdido, no salão principal da casa McValley. Quando a aniversariante chegou, trazendo consigo os sete anéis, todos a aplaudiram e deram graças a Deus que o jogo havia acabado. Embora fosse noite de muita alegria, Clarisse se sentia triste e sozinha. Não queria aquela festa, mas por insistência de seus irmãos havia feito. Quando terminou de falar com seus convidados e receber as congratulações, deu um jeito de sair escondida da festa e ir diretamente para o lago que ficava próximo a sua casa. Ele estava calmo e refletia o luar como se fosse um espelho. Ela tirou seus sapatos e jogou-os de lado, colocando a ponta dos pés dentro d'água. Ela estava gelada, e o dia não estava lá muito quente, mas ela gostou de fazer aquilo. Ela sentou-se na beira do lago e relaxou o corpo, enquanto fechava os olhos. Era tudo o que ela precisava e pouco importava se as pessoas estivessem procurando por ela. - Pensei que estivesse melhor.- Falou uma voz masculina que a tirou de seu transe. Ela levantou-se rapidamente e virou, ficando de fronte a um garoto com olhos azuis nebulosos que ela conhecia tão bem. - Ah, oi. - Foi o que ela conseguiu proferir. Ele sorriu e pegou-a pela mão, sentando-se no chão e a induzindo a fazer o mesmo. - Não vou perguntar se quer compania. Vou fazer mesmo contra sua vontade. - Ele falou e conseguiu arrancar um sorriso sincero dela. Ele era mestre em fazer aquilo. Sem se preocupar com o resto do mundo os dois ficaram ali, conversando sobre poesia, filosofia artes e até sobre os mortos. Principalmente aqueles que faziam tanta falta para Clarisse. Ele não queria deixá-la daquela forma, não queria que ela se sentisse sozinha. Então, por um imenso impulso, fez o que mais desejou fazer a noite toda. Enquanto ela falava ele se inclinou e rapidamente, tocou os lábios dela com os dele, selando-os e deixando-a completamente surpresa. Quando ele se afastou, sorriu e ela logo se inclinou para frente e beijou-o novamente. Se alguém conseguia fazê-la feliz era ele. Quando ficaram sem fôlego, os dois se afastaram e ele acariciou o rosto dela, prendendo uma mecha castanho-clara atrás da orelha. Ficaram ali, calados, apenas se encarando(...)

Convidad
Convidado


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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Administração em Dom Set 18, 2011 5:16 pm

A vaga para Poseidon foi preenchida por Clarisse McValley.
Vagas para filhos de Três Grandes estão fechadas!
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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Thomas Grigori em Ter Set 20, 2011 4:09 pm


Nome: Thomas Grigori

Idade: 19 anos

Parente Divino: Caos

Arma: Um isqueiro que, se clicado três vezes, transforma-se em uma lança com 25cm de lâmina, e 1,75m de cabo, totalizando 2m. Se desarmado, o isqueiro reaparece no bolso do seu dono em 10 segundos.
Spoiler:

Características Físicas: Não muito musculoso, porém muito definido. 1,80m, 70kg. Olhos negros como a noite, e cabelo castanho-escuro, sendo um pouco ondulado. O rosto carrega uma expressão um tanto inocente.

Personalidade: Se faz de bonzinho para ganhar as pessoas, mas não se deixe levar pelo rosto angelical, e pelo sorriso amável. O que se passa na cabeça desse jovem, é totalmente maléfico e manipulador. Não confia em ninguém, e é ótimo na arte de usar pessoas ao seu favor, e depois descartá-las, sem remorso algum. Tem um jeito arrogante, além de um olhar crítico e soberbo.

História:
Spoiler:
Não sabe muito bem o que lhe aconteceu direito. Nunca conheceu sua mãe, e vivia nas ruas desde que se lembrava. Ele crê ser nativo de Las Vegas, já que cresceu nessa cidade. Óbvio que, tendo que se criar, sozinho, em Vegas, Thomas teve que ser o melhor. Tinha que ter a melhor lábia, a maior malandragem, e claro, as melhores desculpas. Não tem vergonha de falar que teve que roubar para sobreviver, afinal, uma criança, com alguma dignidade, conseguir trabalho na Cidade do Pecado, é um tanto difícil, e Thomas não se submetia a nada do que mandassem, e que fosse contra seus princípios. Sim, mesmo roubando, o rapaz ainda tinha seus princípios.

Com 10 anos, Thomas fugia de uma dupla de policiais, que o perseguiam por ter roubado um punhado de fichas do cassino Bellagio. Ao errar uma entrada, por puro descuido, acabou parando em um beco. Os policiais se posicionaram a sua frente, e o rapaz pensou ser o fim, afinal, não era de hoje que a polícia o perseguia por roubos. Sim, apenas 10 anos, e tantos crimes nas costas. Mas era tudo por necessidade. Voltando a cena do beco. O rapaz fechou os olhos, esperando pelo pior, e um pensamento passou em sua cabeça "Como eu queria um muro na minha frente..." Passaram-se 5 segundos, e então Thomas começou a ouvir algumas indagações vindas dos policiais. Mas as vozes deles estavam abafadas por alguma coisa. Ao abrir os olhos, incrivelmente, um muro havia surgido a sua frente. A primeira reação foi o espanto, mas depois, a idéia até lhe pareceu agradável. Na verdade, era perfeita!

E assim foram os 3 anos seguintes. Thomas não sabia como, mas tudo que ele queria, que fosse material, e não muito grande, ele podia fazer, somente com a força do pensamento. Parou de roubar, pois agora ele fazia seu próprio dinheiro. A vida começou a ficar boa. Foi uma bela ascensão. Até o aniversário de 14 anos.

Nessa data, o rapaz foi surpreendido por algo que parecia uma águia, mas também parecia uma mulher. Ela o atacara no meio da noite, enquanto Thomas andava pelas ruas, vendo o movimento dos turistas, que em sua maioria, estavam muito bêbados ou drogados. A criatura avançara dos céus, com garras afiadíssimas, e por pouco não arrancara a cabeça do rapaz, que se abaixara um instante antes. A única reação do jovem foi correr, se escondendo no primeiro beco escuro que achou. Mentalizou uma arma calibre .38, mas então pensou que aquilo faria muito barulho, e talvez chamasse a atenção da polícia, e isso o complicaria. Então lembrou-se dos samurais, e mentalizou uma katana, que era a espada utilizada por estes lendários guerreiros japoneses.

A criatura alada o achou, após 5 minutos, e investiu contra ele. Thomas brandiu sua espada, fechando os olhos e cortando o ar. Mas a lâmina não atingira nada. O jovem abriu os olhos, e então a tal criatura alada estava no chão, tremendo, perdendo muito sangue, e com uma lança fincada em seu peito. Thomas aproximou-se, e então pegou a lança, afundando mais ainda no peito da vil criatura, trespassando seu coração, e seu corpo. Apoiou então o pé no peito do monstro, e puxou a lança com força, retirando-a do corpo da criatura. Ao fazer isso, aquela mistura de mulher com águia, transformou-se em cinzas, sendo levada pelo vento. E não acabar por ai, a lança começou a brilhar, e se transmutou em um isqueiro prateado, muito belo, por sinal.

Após o acontecido no aniversário de 14 anos, Thomas ficou muito mais atento, mas nenhum outro ataque ocorreu. Carregava o isqueiro sempre consigo, e aprendera como utilizá-lo para transformar-se em lança. Porém, alguns meses após o rapaz completar 19 anos, outro acontecimento de proporções mitológicas mudou, novamente, o curso de sua vida.

Turno Demonstrativo:
Spoiler:
O sol começava a se por em Las Vegas. Os cassinos começavam a acender seus letreiros luminosos, com milhares de cores e efeitos, sempre tentando atrair as pessoas pelo visual. Caesers Palace, Bellagio, Paris, Excalibur, Luxor, todos estes, e muitos outros, com suas máquinas e seus jogos de azar, trazendo os turistas, em sua maioria bêbados, fazendo-os gastar seu dinheiro em uma tentativa de acabar por ganhar muito mais. Claro que tudo isso não passava de táticas dos cassinos, uma vez que uma tentativa, em um bilhão, era premiada. Thomas achava que estava na hora de dar uma volta pela cidade, afinal, ele tinha 19 anos, e nada mais o impedia de entrar nos lugares, apostar, beber, e usufruir dos prazeres carnais, em um sexo degradante e sem compromisso algum. Essa tinha sido sua rotina desde que tornara-se maior de idade. Sim uma vida degenerada e vazia, mas ainda assim, era uma vida muito boa, pelo menos na cabeça de Thomas.

O rapaz já havia tomado seu banho, arrumado o cabelo, e vestido uma calça jeans escura. Colocou uma bota escura, uma camiseta branca, e então uma bela jaqueta de couro por cima. Estava pronto. Pegou seu isqueiro mágico e o guardou no bolso da calça, um lugar fácil de pegá-lo, caso necessário. Trancou seu apartamento e então saiu, indo em direção a garagem do prédio. Tirou a chave do carro, de um bolso interno da jaqueta, e então apertou o botão do alarme, desativando-o. Era um BMW preto, com detalhes cromados. Um belo carro esportivo. Saiu da garagem e baixou a capota, deixando o veículo conversível. Começou então a andar pelas ruas de Las Vegas, dando uma bela olhada nas portas dos cassinos, escolhendo em qual deles entraria daquela vez. A noite estava com um clima ameno, com a umidade agradável, ou seja, tudo estava conspirando pra algo bom. Ao parar no semáforo, Thomas deu uma olhada para o céu, e como sempre, o brilho das estrelas estava ofuscado pelo excesso de luzes da cidade. Foi então que alguma coisa cortou o vento, a alguns bons metros de altura acima do rapaz. Ele então começou a tentar ver do que se tratava, até que esse tal objeto deu um rasante, e Thomas conseguiu ver o brilho das garras.

- Esse bicho de novo não... - Disse o jovem, engatando a primeira marcha e saindo com o carro em disparada pela rua principal de Vegas.o vento açoitava-lhe os cabelos que estavam arrumados, para trás, com gel. Ia ziguezagueando por entre os outros carros, recebendo diversas buzinadas. Novamente as garras passaram rente a cabeça do rapaz, quase cortando-lhe a orelha esquerda fora, e ele pode ouvir o silvo da criatura. Certamente que era a mesma que o atacara aos 14 anos. O monstro investiu novamente, desta vez prendendo-se a lateral direita do veículo. Thomas sobressaltou-se e sacou seu isqueiro, abrindo-o e clicando três vezes, rapidamente. A lança irrompeu em sua mão, e então o rapaz a projetou algumas vezes para o lado, visando perfurar a criatura. O máximo que conseguiu foi fazer alguns cortes nas asas e no abdômen, deixando a fera ainda mais irritada.

- Como ousa?! - Sibilou a fera. - Você será eternamente caçado pelas Harpias! - Ok, aquilo deixou Thomas um pouco atordoado. A voz da fera, que chamava-se Harpia, era estridente, aguda, e com um leve assovio. Parecia o piar de um pássaro, só que muito mais irritante. Então ela fez algo que surpreendeu, e muito o rapaz. Fincando as garras na lateral do carro, e batendo as asas freneticamente, a Harpia, fez o carro capotar, girando descontroladamente, diversas vezes na pista.

Quando o carro parou, Thomas estava com diversos machucados, cortes profundos e superficiais, além de estar com o ombro esquerdo deslocado, e o rádio (osso do antebraço) fraturado. O rapaz, meio zonzo, deu uma olhada para o lado. Sua visão estava turva, mas teve tempo de ver uma multidão se aglomerando a alguns metros do carro. Várias pessoas pararam para ver o que estava acontecendo, mas o intrigante, foi um senhor, de aproximadamente 60 anos, que pulou de uma caminhonete, e mancando das duas pernas, correu, ou melhor, saltitou até o rapaz, que jazia quase desmaiado.

- Aguente firme meu jovem, vou te levar para um lugar seguro. - Disse o homem, enquanto roía o cinto de segurança de Thomas. O rapaz achou estranho o fato do velho estar usando os dentes, mas nada falou. Deixou que o homem o levasse até a caminhonete, praticamente o arrastando. - Onde está sua arma? - Disse o homem. - Aquela lança de Bronze Celestial que eu vi você brandir na tentativa de furar a Harpia. Onde ela está? - Fazendo um esforço para falar, Thomas balbuciou algumas palavras.

- E-está em... em m-meu bolso... - Então o senhor colocou-o sentado no bando do passageiro da caminhonete, e saltou para o banco do motorista. Ligou o veículo, que fazia um barulho realmente alto, e disparou para fora de Las Vegas.

As lembranças a partir daí estão muito conturbadas dentro da mente do rapaz. Ele só se lembra de ver, de relance, várias latas de alumínio, o idoso retirar o chapéu, revelando um par de majestosos chifres. E também o fato do homem ter um casco, no lugar dos pés. Mas achou que estivesse delirando devido as pancadas, os ferimentos, e a grande perda de sangue.

- Aguente firme rapaz, logo chegaremos ao Acampamento Meio-Sangue, e você terá toda a assistência que precisa nesse momento. - Depois disso, desmaiou.

Thomas abriu os olhos, lentamente. A luz incomodava um pouco sua visão, fazendo com que tudo a sua volta fossem apenas borrões. Então teve que esperar até que acostumasse com aquela claridade, deixando tudo mais nítido. Uma garota de uns 16 anos se aproximou rapidamente, ela vestia uma camiseta laranja, escrito "Acampamento Meio-Sangue".

- Finalmente você acordou. - Disse, com uma voz amável e tranquila. - Você dormiu por 4 dias. Já estava deixando todo mundo preocupado. A propósito, sou Carmen Hill, filha de Asclépio.

"Todo mundo? Onde diabos estou?!" Indagou-se o rapaz, mentalmente. - Com licença, mas que lugar é esse? - Perguntou, dirigindo a voz para a moça, que já estava a remexer em algumas gavetas, a procura de algo.

- Você está no Acampamento Meio-Sangue. A morada dos semideuses. - Ok, neste momento a cabeça de Thomas virou um turbilhão. O que era Acampamento Meio-Sangue, o que era um semideus, e porque raios ele estava ali. A expressão em seu rosto era algo entre confusão e náuseas, e ele sentiu sua pressão caindo. Provavelmente seu rosto ficara mais branco que o normal, pois a garota se aproximou, colocando a mão em sua testa e dizendo. - Ora, não se lembra da explicação de Garadow? - A jovem então apontou para a porta, onde estava o senhor que o resgatara. E o que ocorrera no carro não fora um sonho. Não. O homem tinha chifres enormes, e não eram só os pés que eram cascos, mas toda sua parte inferior era semelhante a de um bode. Para não falar que ele estava mastigando uma lata de Diet Coke...

- Ok, isso aqui é muita novidade pra mim... - O rapaz começava a retomar a cor, mas ainda estava com os pensamentos totalmente embaralhados. - Primeiro, o que é um semideus? Segundo, o que eu faço aqui, se isso aqui é só para semideuses? Terceiro, porque aquele cara tem chifres, pernas de bode, e está mastigando alumínio? - O sátiro se sobressaltou, batendo os cascos no chão, e bufando, como um animal. Então a moça, e o sátiro, que atendia pelo nome de Garadow, explicaram toda a história sobre semideuses, o Acampamento Meio-Sangue, e o fato de uma Harpia tê-lo atacado.

- Então, fica mais do que óbvio que você é um semideus. E nós tivemos a confirmação essa manhã, quando seu pai lhe reconheceu... - Então a moça parou, respirou fundo, e completou. - Você é filho do Deus Caos.
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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  William Brenauder em Qua Set 21, 2011 12:11 pm

Nome:
William Brenauder

Idade:
17 anos

Parente Divino:
Hécate

Arma:
Arco e flechas. O arco é de madeira de carvalho e as flechas são de bronze celestial nas pontas. As flechas viram um anel de prata e o arco outro, cada um tem a palavra "Εκάτη" (Hécate) . Quando se encostam, os dois voltam as suas formas normais.

Características físicas:
Magro, cerca de 64 quilos, altura de 1,78, cabelo curto castanho-escuro, olhos cor de âmbar, com poucos músculos.

Personalidade:
Gentil, um pouco extrapolado com os amigos, mas com os outros é tímido, meio desajeitado, educado. Quando precisa, pode ser bem agressivo e impulsivo, mas, no geral, é comportado. Consegue fazer amigos com uma estranha facilidade.

História do personagem:
Nasceu no Brasil e com 2 anos de idade se mudou para Manhattan com seu pai, Jerold Brenauder. Ele não o dava muita atenção, por isso não percebeu que seu filho estava mudando. Não tem irmãos. Durante toda a sua vida, Will não conseguia se prender em uma escola 2 anos seguidos, tendo sempre que se mudar no ano seguinte. Sua dislexia não era das piores, mas mesmo assim o atrapalhou, principalmente nas provas. Certo dia, caminhava após encontrar seus "amigos" em uma praça, ao anoitecer. Mal percebeu uns vultos diferentes que o cercavam naquela noite estranha...

Turno Demonstrativo:
Era 10 de setembro de 2010, neste dia, eu estava fazendo 12 anos, meu pai, como sempre, nem lembrou desta data tão importante, mas eu não liguei. Este ano eu havia me decidido, eu iria descobrir quem era minha mãe e o que ela tanto fazia para me ignorar doze anos da minha vida. Me dirigi ao escritório de meu pai. Era pequeno comparado à nossa casa, mas tinha papel de parede marrom claro, com uma porta vermelha-escurecida que eu, sinceramente, achava linda. Meu pai estava olhando seu trabalho indignado. Mas entrei e perguntei assim mesmo.
-Pai... o senhor está ocupado? - perguntei delicadamente.
-Não, meu filho, o que você quer?
-Pai, eu...eu... - engoli em seco - Quem é minha mãe? O que ela faz?
Meu pai não respondeu, simplesmente voltou a olhar seu trabalho, como se nada houvesse ocorrido. Mas perguntei de novo:
-Pai, por que o senhor nunca fala dela? Eu não posso nem saber seu nome?
- William - disse ele depois de um tempo -, eu não posso e não quero falar sobre este assunto. Sua mãe é muito linda sim, mas não pode visitá-lo porque...porque...me desculpe. - E voltou ao trabalho.
Eu me retirei do seu escritório, indignado. Fui para meu único refúgio em Manhattan, o meu quarto.
Meu quarto é enorme, tem 60 metros quadrados. No meio dele, encostado na parede lateral esquerda, estava minha cama de casal queen; encostado na parede lateral direita, bem no centro, estava meu laptop da Apple, sob a minha mesa de madeira; bem do meu lado direito, encostado na parede sudeste do meu quarto, havia meu guarda-roupa de 5 portas; no meio da parede sudoeste, à minha esquerda, estava, sob minhas 3 prateleiras de vidro, meus livros, alguns, uns 2, de magia. Bom, não eram de magia mesmo, eram de magias que eu escrevo, não sei porque eu adoro magia. Dentre todos - inclusive os de minhas magias -, os livros quase caíam, mesmo as prateleiras terem 50 centímetros cada; e, bem no meio do meu quarto todo, estava meu gato preto, Henri. Ele, no geral, é bem comportado, mas quando alguém tenta pegá-lo - a não ser eu -, ele ataca com toda a sua fúria felina; A porta é branca, o chão é de um veludo prata, todas as paredes são pretas, inclusive o teto, mas este tem pequenas estrelas brilhantes penduradas nele. Além de tudo isto, na parede norte, há duas portas de vidro que, quando se abrem, dão de cara para uma varanda, não muito comprida, de 50 centímetros, com barras de proteção para eu não cair.
Caminhei até a varanda, era de noite, o céu estava nublado, por isso eu não conseguia ver as estrelas e apenas a luz da lua reluzindo nas nuvens. Por alguma razão - outra inexplicável -, eu adorava a noite, ela era minha companheira desde que me lembro. Ali, fiquei pensando porque o meu pai não contava nada sobre minha mãe. Eu queria saber, de verdade, mas meu pai nunca nem comentava este assunto.
Me lembro de ter ficado ali, mais ou menos, uma hora e meia, até voltar para dentro do meu quarto e dormir.
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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Kaya Lewis em Sab Out 08, 2011 3:42 pm


Kaya Lewis # Daughter of Nêmesis # Level 00

Nome: Kaya Lewis
Idade: 19 anos
Parente Divino:Nêmesis
Arma:Harpe de bronze celestial, fica em forma de um pingente de morcego que esta em seu color.
Características físicas: Cabelos loiros, olhos azuis e pele clara altura mediana.
Personalidade:Vingativa, mas seus planos sempre tendem a falhar, bem amigavel e leal, adora festa e pregar peças nos outros de vez em quando.
História do personagem:Nasceu em Vancouver, Canada, a filha mais velha entre 3 irmãos e muito amada por seu pai e sua madrasta, mas eles não tenham muito tempo para ela, pois trabalhavam muito. Em seu quarto havia varios planos para se vingar de seus pais por nunca lhe darem a atenção que merecia algumas vezes pensava em deixar de lado mas nunca deixou. Tem um grande amor por rock antigo, muitas vezes saia de casa sem ninguém saber para poder ir a shows.
Turno Demonstrativo: Kaya estava com sua irmã de 3 meses no colo quando os gêmios passaram correndo a toda velocidade o que a fez dar algumas voltas e quase cair.
Miranda e Caio, parem de correr em volta de mim estou com a Ann no colo.
- Não estamos nem ai pro que você esta fazendo, estamos brincando e você atrapalhando.

O sangue subiu na cabeça de Kaya, ela colocou Ann no berço e foi em direção dos escritórios onde estavam seu pai e sua madrasta, antes de entrar jogando tudo no chão e gritando ela escutou a conversa dos dois.
- Não podemos mandar ela pra esse tal acampamento! Qem vai cuidar das crianças, você sabe que não confio em babás.
- Etenda que ela tem que ir, ela tem que treinar não posso mais ignorar isso! - Nisso Kaya entrou na sala com tudo.
- Então é assim, pra você eu sou só uma babá, então vamos ver como se vira sem mim. – Kaya saiu da sala com passos largos pegou suas malas e saiu de casa.



Daughter of Nêmesis


Última edição por Kaya Lewis em Ter Out 11, 2011 8:59 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Convidad em Ter Out 11, 2011 2:54 pm


Serena Hotwan ¥ filha de Afrodite ¥ nível 0








Nome: Serena Hotwan
Idade: 16
Parente Divino: Afrodite
Arma: 2 Adagas de prata
Características físicas: 1,70, olhos azul escuros, cabelos castanhos ondulados, magra.
Personalidade: criativa, bonita, ágil, amigável.
História do personagem: somente uma garota admirável de NY, mas aos 13 anos começou a se preocupar porque todos os garotos do colégio queriam ficar com ela ou ela queria ficar com eles. Começara a sonhar com um acampamento (o acampamento meio-sangue) onde as pessoas tinham habilidades especiais como as dela e as vezes sonhava com uma deusa que dizia ser sua e que depois descobriu ser afrodite, na escola todos faziam por ser muito bela e fazia muitas amizades rapidamente tem em por essa causa.
Turno Demonstrativo: durente os meus 15 anos pesquisei muito sobre a mitologia grega principalmente por causa dos meus sonhos então um sátiro veio ate mim dizendo que eu era uma semideusa filha de Afrodite então descobri porque aconteceu tudoaquilo em minha adolescência e o sátiro disse:
- você tem que me acompanhar para o acampamento meio-sangue onde aprendera a controlar seus poderes e conhecera seus meio-irmãos e irmãs.
Como tinha pesquisado muito mesmo estava completamente ciente do que estava acontecendo e do que estava prestes a acontecer portanto o acompanhei e ele me levou ate o acampamento....

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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Dimitri Levranche em Ter Out 11, 2011 7:12 pm

Nome:
Dimitri Levranche

Idade:
15

Parente Divino:
Ares

Arma:
Uma espada medieval, com desenhos na lâmina que fica em forma de anel dourado no dedo de Dimitri.

Spoiler:

Características físicas:
Loiro, 1,75 de altura, com a pele branca e olhos azuis claros.

Personalidade:
É irritado, e não costuma conversar muito. Normalmente gosta de vencer tudo a base da força, e não se importa em lutar contra mais fracos.
Competitivo, não desiste fácil e pode ser diferente do encrenqueiro que muitos conhecem com quem ele realmente gosta, mesmo não sendo amigo de muitas pessoas muito fácil.


História do personagem:
Dimitri nasceu em Nevada, Las Vegas, a cidade dos jogos, cassinos, strippers e bares.
Cresceu ali junto com sua mãe, Hannah Levranche, uma garçonete sedutora que morreu em um acidente de carro quando Dimitri tinha dez anos de idade. Ele então, teve de aprender a se virar sozinho durante muito tempo, usando da força bruta pra conseguir o que queria, e para se defender. Aos doze, foi pego por furto e liberto em seguida, quando sua tia Katy, o levou para sua casa em Oklahoma. Acreditava que estava tudo bem agora, livre de todos que tentassem fazer algo contra ele, e viu que estava errado quando o colocaram na escola.
Sendo caçoado por seu passado e vítima de brincadeiras maldosas, foi quase expulso da escola quando acertou um garoto no peito durante uma briga e quebrou as costelas do mesmo, e pagou a pena de limpar os banheiros por um ano.
Mas tudo mudou quando sua tia Katy se viu ameaçada pela natureza de semi-deus de Dimitri, e logo procurou contar a história de sua mãe e sobre seu pai, o deus da guerra Ares.
Ainda descrente, mas em choque pela história, Katy o levou as pressas na direção da onde deveria ser o Acampamento Meio-Sangue, no qual Dimitri estaria em segurança.
O garoto conseguiu chegar até lá são e salvo, apenas com alguns ferimentos, mas sua tia faleceu antes que ele pudesse fazer qualquer coisa para salvá-la, correndo então, usando o restante de suas forças para que chegasse logo ao Acampamento.


Turno Demonstrativo:

Eu olhei ao redor apreensivo.
Bem, a primeira coisa que deveriam saber era que aquilo não era culpa minnha. Era pra minha sobrevivência! Droga, se eu não entrasse em uma gangue qualquer em Las Vegas, estaria morto!
Coloquei o capuz sobre a cabeça, respirando fundo e uma pessoa, na qual eu estava nervoso demais pra identificar me deu um tapinha no ombro, incentivando.
Entrei na loja de conveniências, e olhei os produtos, procurando exatamente o que eles me pediram, e ao achar, peguei, colocando no bolso, claro, olhando para os dois lados nervosamente.
Comecei a andar pela saída como quem não quer nada, até que senti uma mão no meu ombro me impedindo de andar. Pensei que fosse um dos caras que eu havia conhecido, mas ao me virar gelei da espinha até o cérebro me impedindo de pensar. Era um policial.
- Ahn, boa noite, Srº Policial...
Falei em uma cara de pau extrema, e o guarda apenas balançou a cabeça de modo desaprovador, apertando a mão no meu ombro.
Policial: Vamos dar uma voltinha pela delegacia, garoto.
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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Henri James Kurtz em Ter Out 11, 2011 8:55 pm

Off: Ei, o anél-espada é arma do Henri...
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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Convidad em Ter Out 11, 2011 9:45 pm

Off: A Jodelle que foi a primeira Henri. '-'

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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Henri James Kurtz em Ter Out 11, 2011 9:54 pm

Off: Ahh, então ok hahaha não sabia que podia ter armas iguais e tal...
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Mensagem  Convidad em Qua Out 12, 2011 11:30 am

Nome: Pedro Bala

Idade: 17

Parente Divino: Apolo

Arma: Um arco com setas divididas entre aço comum e bronze celestial, sua forma mostrada para os humanos por conta da névoa é um berimbau.
Características físicas:Um jovem loiro de 17 anos, que tinha um corte no rosto. Corpo definido moderadamente, e olhos claros.

Personalidade: Líder, apaixonado, não gosta de demonstrar fraqueza e se apega facilmente às pessoas.

História do personagem: Era o chefe dos Capitães da Areia, ágil, esperto, respeitador e sabia respeitar a todos. Saiu do grupo para comandar e organizar os Índios Maloqueiros em Aracaju, desejando com líder do grupo Barandão. Depois disso ficou muito conhecido por organizar várias greves, como perigoso inimigo da ordem estabelecida. Quando mudou para os Estados Unidos, com seu melhor amigo, descobriu que na verdade ele era um sátiro e seu protetor; algum tempo depois foi levado ao acampamento onde descobriu ser filho de Apolo.

Turno Demonstrativo:


Chegou no local com uma camisa listrada em azul marinho e branco, com gola V, uma jaqueta branca com detalhes azuis , e um calção jeans, usava um all star preto, e parecia estar mais alegre. Assim que chegou viu que o lugar estava um pouco vazio então pegou um copo de vodka e virou rapidamente, tomando outros dois em seguida. Se controlou no quarto pois foi cumprimentar o anfitrião com um abraço, e logo voltou sua atenção para uma menina que estava ali, linda, corpinho igual a um violão, queria dedilhar aquele violão. — Olá, sou Pedro. Como vai? — perguntou dando um beijo no rosto da jovem em cumprimento, só agora reparando na música.






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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Oliver Jackson em Sex Out 14, 2011 6:06 pm


Oliver Jackson - Éolo's Son - Level 00
Ravager, the sickle
"The Little Wind"


Nome:
Oliver Jackson

Idade:
18 Anos

Parente Divino:
Éolo

Arma:
Um alargador cinza, estilo caracol, que, quando é tirado da orelha, vira um foice, Ravager, com o cabo preto e lâmina de bronze celestial. No cabo está escrito: Ο δυνατός άνεμος (Do grego, "o vento mais forte"). Tem 1 metro e meio de comprimento. A foice vira o alargador quando ele não precisa dela, aparecendo na orelha esquerda. Quando Oliver perde o alargador ou a foice, depois de algum tempo - variando da distância entre os dois -, o alargador aparece na orelha direita.

Características físicas:
Olhos verdes; cabelos negros com uma mecha cinza, na franja; Pele bronzeada; Altura de 1,74; Músculos definidos.

Personalidade:
Depende do vento. Se o vento está calmo, ele está calmo; se o vento está agitado, ele está agitado; Gosta que as pessoas falem o que ele tem de fazer, mas quando abusam, tende a não ouví-la mais; Demora para realmente se apegar a alguém, mas quando acontece, luta por ela até o fim.

História do personagem:
Nasceu no Texas, mas se mudou, com apenas 3 meses para Nova York. Sua mãe, Regina Jackson, é dona de sua própria rede de tacos. Não é muito sucedida, ainda, por isso, não são muito ricos, mas vivem bem. Oliver já conseguiu ficar 1 ano e meio em uma escola, mas nunca mais que isso. Sua mãe sempre está preocupada com suas notas.
O que Oliver mais gosta em sua mãe, são suas histórias mitológicas, sempre gregas. Mas, além disso, gosta quando sua mãe conta histórias de um deus chamado Éolo, pois ela parece ficar mais alegre quando isto ocorre.
Em uma noite, enquanto estava em um bar com os amigos, Oliver pensou ouvir o vento lhe chamar. Ignorou. Mas cada vez que ouvia, a voz parecia ficar mais preocupada. Resolveu seguir a voz, mal sabendo que sua vida mudaria depois deste dia.


Turno Demonstrativo:
- Mãe, conte-me uma história, por favor. - Disse enquanto me deitava na cama. Minha mãe se aproximou, pegando um livro que tinha em cima do meu criado-mudo.
- Tudo bem, Oliv, eu te conto. Então, era uma vez um deus, muito bonito e esperto, as vezes incompreensível, mas ainda sim muito querido, chamado Éolo, o deus do vento. Ele, um dia, num congresso dos deuses, pediu permissão para falar sobre a humanidade, que estava interferindo nos poderes deste, deixando quase impossível controlar seus domínios, é claro, os ventos. Zeus, o deus maior, o deus dos Céus, lhe deu permissão. E, sabe o que aconteceu, meu filho?
- Não mamãe, eu não sei, me conte. - Disse, ansioso para ouvir a continuação.
- Não sei. - Minha mãe ri. - Eu não sei, nunca consegui ouvi o final desta história.
- Mãe... Eu te amo, sabia?
- É claro que sei meu filho. Mas, então, assim que souber o final da história, eu prometo lhe contar, ok?! - Ela disse, me dando um beijo no topo de minha cabeça.
- Tudo bem, mamãe. Boa noite.
- Boa noite, meu pequeno ventinho. - Ela fechou a porta e saiu do quarto. Enquanto me confortava no meu apelido. Ventinho.
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Oliver Jackson

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Re: Inscrições - Semideuses

Mensagem  Filipa Stockton em Dom Out 16, 2011 8:16 pm

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Filipa Stockton The saints can't help me now, the ropes have been unbound.


Nome: Filipa 'Pipa' Stockton

Idade: 16 anos

Parente Divino: Hemera

Arma: Uma rústica besta medieval feita de madeira e marfim.

Características físicas: Pipa sempre fora o que se chamava de exótica, tinha uma bela cabeleira preta e ondulada, perfeita para dar contraste muito bonito seu rosto de porcelana, mesmo que quase todas suas feições fossem muito pequenas e deixavam a garota com aparência de criança, sua boca era grande e bem avermelhada em formato de “M”, o que a fazia ter mais um ar maduro, e seus olhos bem travessos... bem amendoados e azuis vidrados. Sua altura nunca foi coisa boa, a jovem era baixa até demais para sua idade facilitando que achassem-na uma criança, apesar dessas coisas ela nunca fora feia.


Personalidade: Pipa sempre foi orgulhosa, na qual adorava ganhar muitos mimos e atenção. E apesar de ser muito mandona e divertida tinha um lado sempre sendo sarcástica e irônica, é uma garota de personalidade forte, difícil de dar o braço a torcer. E mesmo tendo humor instável, Pipa é o tipo de pessoa que não gosta muito de demonstrar sentimentos, tentando sempre esconder para si mesma, e mostrar que realmente não é uma pessoa fraca. Pipa não desiste das coisas que quer facilmente as levando até a ultima conseqüência os seus atos é isso que a torna tão única e ao mesmo tempo tão. Estressa-se com facilidade, mesmo sendo meiga e gentil pode ser cínica, cruel e chantagista quando bem quiser, aprecia musica clássica e um pouquinho de tenebrosidade, nada melhor que um toque horripilante para tornar suas “brincadeiras” ainda mais divertidas. Odeia quando se metem com ela ou lhe dizem o que fazer, tendo sempre uma resposta na ponta da língua para qualquer situação, o que por vezes pode trazer uma impressão má para a jovem. Sonhadora, fica sempre idealizando o que deseja como uma criança, porém ela se esquece que a realidade é diferente de sonhos, mas isso nunca interferiu muito, Pois Pipa é determina decidida, segura e porque não dizer inteligente, e até um pouco cabeça dura, quando quer algo, vai atrás é somente desiste após decidir, pois não admite perder sonhos, perder outras coisas sim, mas sonhos jamais, isso é que faz uma pessoa descobrir seu interior e Pipa ainda tem muito que descobrir! Afinal seu lado psicológico está em formação de idéias do que ela é o que ela vai ser, em resumo seu psicológico está em transição ela não é um bebê e nem uma mulher ainda é apenas uma adolescente que quer descobrir o que o futuro lhe reserva.

História do personagem: Garota nascida em São Petersburgo, durante sua infância toda Filipa ou Pipa foi criada por seu pai, porém o mesmo sempre fora muito ausente, se relacionara com a política antes do nascimento da garota. Com isso Pipa se tornara um jovem muito sentida e um tanto chata. Fora somente quando completou 14 anos fugiu de casa à mercê de uma vida melhor entretando seu pai arrastá-la novamente para junto de si, sem questionar Pipa ''aceitou''. Somente quando soube que era uma semi-deusa aprontara as malas e zarpou daquele denominado inferno.

Turno Demonstrativo: O portão da frente abriu novamente, e duas pessoas apareceram. Uma era uma garota de pele clara ao redor da idade de Jane. Ela usava seu cabelo escuro em um rabo de cavalo amarrado com uma preta fita xadrez. O blazer feio e a saia curta de algum modo pareciam mais elegantes nela, como se fosse uma roupa customizada em vez de uma roupa feia.
Atrás dela havia um idoso, vestindo uma capa cáqui, cuidadosamente abaixado em um guarda-chuva.
“Adeus, senhorita Filipa,” ele disse, e a garota se afastou sem falar. Ela olhou para Jane e parou por um momento, com um olhar confuso e arrogante em seu rosto. Jane não se sentiu mais quente: Um arrepio passou por sua coluna.
“Essa Filipa era muito bonita”, pensou Jane, mas havia algo sobre ela – alguma coisa arrogante ou estragada – que a fazia parecer infeliz. A garota não disse nada; ela caminhou até a entrada com lentos, deliberados passos, claramente sem se preocupar. O velho assentiu a Jane e então saiu de novo. Ela ouviu o guarda-chuva abrir e então passos descendo as escadas molhadas.
Claramente ele não era o pessoal apoio do guarda-chuva? Jane pensou apenas em pessoas nazistas que pagavam a pessoas para fazer coisas como essa. Não parecia possível uma garota da sua idade ter alguém para acompanhá-la até a escola na chuva. Por que ela não carregava seu próprio guarda-chuva?
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Filipa Stockton
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